um dia especial. que faz brilhar o olho. renovar. tudo fica assim: cheio de esperança. como se todo o ressentimento fosse embora e desse lugar a outros sentimentos [bons]
o riso sai fácil por todos os poros.
quando vai chegando a última noite nos despedimos lentamente do passado, deixando para trás os erros, os tropeços, os desejos não realizados e tentamos voltar a sonhar e a fazer muitos planos, afinal, essa noite [em especial ] é um recomeço. é uma nova chance. um acalanto ao coração.
e não tem como ser de outro jeito. somos assim mesmo: sempre recomeçando a cada início de ano.
e quando amanhece o outro dia, o desafio é amarrar o sonho no dia a dia e, com isso, tentar ludibriar a realidade.
sigo em 2009: sonhando de olhos bem abertos. tropeçando na realidade. escrevendo a minha história.
janeiro 05, 2009
dezembro 26, 2008
fim de 2008
não tem jeito, 2008 está indo embora devagar. sem querer. uma despedida estranha já que o ano está passando como filme pela cabeça [ sinal de quem acabou de assistir a retrospectiva 2008]. mas quero lembrar só dos momentos bons. [ os ruins se fazem lembrar sem muito esforço ]. algumas certezas desfeitas. algumas outras reforçadas. outras ainda adquiridas. no decorrer desse ano aprendi que não podemos confiar no futuro [ele chega rápido ]. é melhor viver o presente. [ estou apostando nisso também para 2009].
lista de objetivos feita.
sonhos refeitos.
sorriso nos lábios.
esperança tatuada no corpo e na alma.
é assim que quero começar 2009.
feliz ano que chega.
lista de objetivos feita.
sonhos refeitos.
sorriso nos lábios.
esperança tatuada no corpo e na alma.
é assim que quero começar 2009.
feliz ano que chega.
dezembro 18, 2008
o querer sempre mais
somos seres estranhos, afinal estamos sempre querendo mais e mais.
um instinto voraz de saciar o insaciável.
senão, vejamos:
se nos dão a mão, queremos também o pé e um pedaço do coração [quiçá o coração inteiro]
se nos dão um abraço, queremos o beijo, o carinho, o afeto.
se nos dão um pedaço de bolo, queremos também a coca-cola [e para alguns só serve se for com gêlo]
se nos dão o almoço, queremos também o pedacinho da cama para um cochilo [mesmo que rápido].
e assim vai.
e o que há de errado em querer mais? penso que nesta busca corremos um único e perigoso risco: não aproveitar o que de fato está sendo ofertado. não viver o hoje. o agora. o presente.
sejamos para sempre insaciáveis, mas sendo inteiramente saciados de doces momentos. porque estes sim se tornam preciosos demais. principalmente porque já foram. viraram passado. lembranças.
um instinto voraz de saciar o insaciável.
senão, vejamos:
se nos dão a mão, queremos também o pé e um pedaço do coração [quiçá o coração inteiro]
se nos dão um abraço, queremos o beijo, o carinho, o afeto.
se nos dão um pedaço de bolo, queremos também a coca-cola [e para alguns só serve se for com gêlo]
se nos dão o almoço, queremos também o pedacinho da cama para um cochilo [mesmo que rápido].
e assim vai.
e o que há de errado em querer mais? penso que nesta busca corremos um único e perigoso risco: não aproveitar o que de fato está sendo ofertado. não viver o hoje. o agora. o presente.
sejamos para sempre insaciáveis, mas sendo inteiramente saciados de doces momentos. porque estes sim se tornam preciosos demais. principalmente porque já foram. viraram passado. lembranças.
dezembro 17, 2008
despedida
senti como uma despedida. dos momentos. dos sorrisos. da vertigem. dos sabores. dos silêncios. dos afagos. do carinho. no fundo estamos sempre nos despedindo de alguma coisa. é natural. é a vida. a despedida não foi explicita aos ouvidos. mas foi escandalosamente visível aos olhos. faltam palavras. sobram sentimentos. restam intenções.
novembro 23, 2008
tua mão
eu queria te ter perto. olhar teu sono. fazer parte do teu sonho. depois de algum tempo te acordar com um sorriso [ aquele que está guardado]. com um carinho escondido no olhar [aquele que tantas vezes dividimos ] . iríamos sorrir juntos e esse sorriso ia fazer as dúvidas e os medos se dissiparem rumo ao desconhecido caminho que seria traçado [por nós dois].
mas fiquei sozinha, parada no caminho. sentido a tua mão soltar da minha aos poucos. lentamente.
se é assim que tem que ser. vou colocar meus pés bem firmes no chão e [assim vai ser].
como já aconteceu na outra história do passado.
mas fiquei sozinha, parada no caminho. sentido a tua mão soltar da minha aos poucos. lentamente.
se é assim que tem que ser. vou colocar meus pés bem firmes no chão e [assim vai ser].
como já aconteceu na outra história do passado.
novembro 20, 2008
caminho
as respostas estão vindo aos poucos. mas ainda não bastam para saciar a minha ânsia. a ansiedade me faz perder o prumo e o caminho ainda parece uma grande encruzilhada.
o melhor? eu não sei.
mas tento buscar a serenidade [ a mesma que brota em mim sempre que olho o mar ].
e neste momento chega ao meu coração [ claro como o dia ] a certeza de que vai passar e que brilho no olho não será ofuscado. nunca
o melhor? eu não sei.
mas tento buscar a serenidade [ a mesma que brota em mim sempre que olho o mar ].
e neste momento chega ao meu coração [ claro como o dia ] a certeza de que vai passar e que brilho no olho não será ofuscado. nunca
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